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Partindo de imagens diversas de vulcões, extraídas de jornais e outras fontes, Carmela Gross realizou, em 2019, uma série de monotipias, no ateliê de gravura da Fundação Iberê, com a colaboração do artista e impressor Eduardo Haesbaert.
Esse conjunto de monotipias, reunidas sob o título BOCA DO INFERNO, foi exposto no segundo semestre de 2021 na 34a Bienal Internacional de São Paulo, quando já se vislumbrava – mas ainda não terminara – o fim do ciclo de trevas vivido sob a pandemia e o negacionismo.
O título evoca, sugestivamente, o pórtico de bronze A Porta do Inferno (1880-1917), do escultor francês Auguste Rodin, mas remete antes e diretamente à poesia satírica de Gregório de Matos (1636-1696), dito popularmente “o Boca do Inferno”, por suas invectivas contra as autoridades coloniais na “triste Bahia”, como canta Caetano, do século XVII.